Pesquisa Quaest aponta disputa acirrada em Pernambuco

Raquel Lyra mantém vantagem em Pernambuco

A corrida eleitoral pelo governo de Pernambuco segue extremamente disputada, de acordo com o levantamento mais recente divulgado pelo instituto Quaest. A atual governadora Raquel Lyra (PSD) aparece na liderança com 41% das intenções de voto, seguida de perto pelo adversário João Campos (PSB), que soma 39%.

Metodologia e margem de erro A sondagem foi realizada de forma presencial entre os dias 19 e 22 de setembro, ouvindo 1.302 eleitores em todo o estado. Com uma margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, e um nível de confiança estabelecido em 95%, os dois principais concorrentes encontram-se em empate técnico. O registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está catalogado sob o número PE-05671/2026.

Oscilações em relação ao levantamento prévio Na comparação com a rodada anterior da pesquisa, publicada em 8 de setembro, a chefe do Executivo estadual oscilou dois pontos para baixo, quando registrava 43%. Em contrapartida, o ex-prefeito da capital pernambucana avançou dois pontos percentuais, saindo de 37% para o patamar atual. Outros cinco nomes foram testados para o primeiro turno, mas pontuaram apenas na faixa residual.

Cenário para o Senado Federal Além da disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, o estudo mediu as intenções de voto para as duas cadeiras em disputa no Senado Federal. Marília Arraes (PDT) lidera a preferência do eleitorado com 18%, acompanhada por Humberto Costa (PT) com 14% e Mendonça Filho (PL) com 10%. Completam a lista Eduardo da Fonte (PP), com 8%, e Túlio Gadêlha (PSD), com 4%, enquanto os demais concorrentes registraram 1% ou menos.

Comportamento do eleitorado pernambucano O levantamento também apontou mudanças importantes no comportamento do eleitor em relação ao pleito. O índice de eleitores indecisos na pesquisa estimulada sofreu queda, recuando de 27% na medição de setembro para 21%. Por outro lado, o grupo daqueles que pretendem votar em branco, nulo ou que declararam abstenção subiu de 18% para 21%.