O prefeito de Maricá e vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Washington Quaquá, classificou como previsível o revés eleitoral da deputada federal Benedita da Silva na disputa pelas vagas no Senado realizadas no último domingo.
Desempenho nas urnas e vitória do PL
Disputando uma das duas vagas em jogo, a parlamentar petista ficou na terceira posição ao somar 20,22% dos votos válidos, o equivalente a 3,2 milhões de eleitores. O pleito foi vencido pelos representantes do PL, Carlos Portinho, que obteve 26,77% (4,2 milhões de votos), e Carlos Jordy, com 24,56% (3,9 milhões de votos).
Críticas à estratégia de campanha
Em declaração recente, o dirigente partidário apontou que a estratégia adotada pela candidatura limitou o alcance eleitoral. De acordo com o político, a campanha focou exclusivamente em um público de esquerda e falhou em construir pontes políticas mais amplas.
A escolha dos suplentes em questão
Outro ponto central apontado pelo vice-presidente da legenda foi a composição da chapa, especificamente a definição das suplências. Benedita da Silva teve Manoel Severino como primeiro suplente e o cantor e pastor Kleber Lucas como segundo suplente na disputa.
Para a liderança petista, a exclusão de aliados de centro custou a vitória nas urnas. O dirigente havia defendido publicamente a inclusão de Luciano Vieira, filiado ao PSDB, para ocupar a primeira suplência na chapa majoritária.
A necessidade de alianças com o centro
O reflexo desse resultado, segundo a avaliação da cúpula partidária, serve de alerta para futuras disputas eleitorais. O partido precisa retomar a prática de liderar frentes amplas que incluam forças políticas do centro para garantir governabilidade e triunfos eleitorais no cenário nacional.
















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